A auditoria existe para que terceiros possam confiar em números que não produziram. A GT Brasil conduz auditorias independentes de demonstrações financeiras individuais e consolidadas, elaboradas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro, aplicando as Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas de Auditoria (NBC TA), convergentes com as normas internacionais emitidas pelo IAASB.
Como atuamos
O trabalho começa pelo entendimento do negócio, não pelo saldo. Mapeamos os fluxos de receita, o ciclo de compras e pagamentos, a formação de estoques, o financiamento e as estimativas contábeis que dependem de julgamento — perdas esperadas, valor recuperável de ativos, provisões e reconhecimento de receita sob o CPC 47. A partir daí, definimos os riscos de distorção relevante e desenhamos a resposta: testes de controles onde eles são confiáveis, procedimentos substantivos onde não são.
Planejamento baseado em risco
A materialidade é definida no início e revisitada ao longo do trabalho; a amostragem é estatística e documentada; e cada procedimento tem um risco identificado que o justifica. Não replicamos o programa do ano anterior: a empresa muda, e a auditoria muda com ela.
Comunicação com a governança
Reportamos ao conselho, ao comitê de auditoria ou aos sócios, conforme a estrutura da empresa, as deficiências de controle interno identificadas, os assuntos que exigiram julgamento significativo e as diferenças de auditoria não ajustadas. A conversa difícil acontece durante o trabalho, não no parecer.
Independência
Mantemos as salvaguardas do Código de Ética Profissional do Contador e das normas profissionais quanto a serviços vedados ao auditor. Quando um serviço solicitado comprometeria a independência, dizemos isso antes da proposta, não depois.
O que entregamos
- Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras, com os principais assuntos de auditoria quando aplicável.
- Revisões limitadas de informações intermediárias e pacotes de reporte para controladoras no exterior.
- Carta de recomendações sobre controles internos e processos, com plano de ação e prazos acordados.
- Auditoria de balanços de abertura, de conversão de práticas contábeis e de números para fins de captação.
- Trabalhos de asseguração razoável ou limitada sobre informações não financeiras, incluindo indicadores de sustentabilidade.
- Procedimentos previamente acordados e relatórios especiais exigidos por contratos, bancos ou reguladores.
Para quem
- Companhias abertas e emissoras de dívida sujeitas a auditoria obrigatória.
- Sociedades de grande porte enquadradas na Lei 11.638/2007.
- Subsidiárias brasileiras de grupos estrangeiros que precisam de pacote de reporte auditado.
- Empresas em preparação para captação, entrada de sócio investidor ou abertura de capital.



