Governança é a resposta a três perguntas: quem decide o quê, com qual informação e prestando contas a quem. Enquanto essas respostas ficarem implícitas, elas serão descobertas no conflito. A GT Brasil estrutura governança em empresas familiares, companhias investidas e organizações em preparação para o mercado de capitais.
Como atuamos
Estrutura de decisão
Definimos as instâncias — assembleia, conselho de administração, comitês, diretoria — com competência, composição, periodicidade e matéria reservada. Estabelecemos a matriz de alçadas que determina o que a diretoria decide sozinha e o que sobe, com valores calibrados no porte da empresa.
Conselho e comitês
Apoiamos a formação do conselho, incluindo a definição do perfil dos membros independentes, o regimento interno, o calendário anual e o pacote mínimo de informação que deve chegar antes da reunião. Estruturamos comitês de auditoria, de pessoas e de riscos conforme a necessidade real, não por simetria com o mercado.
Empresa familiar e sucessão
Separamos os três círculos — família, sociedade e gestão — com acordo de sócios, política de dividendos, regras de entrada e saída, critério para contratação de familiares e plano de sucessão. Trabalhamos o processo antes do evento que o exigiria com urgência.
Partes relacionadas e conflito de interesses
Escrevemos a política de transações com partes relacionadas, o procedimento de aprovação com abstenção do interessado e o registro que sustenta a decisão perante auditoria, investidores e fisco.
O que entregamos
- Mapa de governança com instâncias, competências e matriz de alçadas.
- Estatuto ou contrato social revisado, acordo de sócios e regimentos internos.
- Política de partes relacionadas, de dividendos e de conflito de interesses.
- Pacote de informação padronizado para as reuniões de conselho.
- Plano de sucessão e protocolo familiar, quando aplicável.
- Diagnóstico de prontidão de governança para captação, entrada de fundo ou abertura de capital.
Para quem
- Empresas familiares em transição de geração ou em profissionalização da gestão.
- Companhias que receberam aporte e precisam ajustar a governança ao acordo assinado.
- Organizações em preparação para o mercado de capitais.
- Grupos com sócios em conflito sobre alçadas, dividendos ou sucessão.



