O relato de sustentabilidade deixou de ser peça de comunicação e virou informação sujeita a norma, prazo e verificação. A Resolução CVM 193/2023 adotou as normas IFRS S1 e S2 no Brasil, com apresentação obrigatória para companhias abertas a partir do exercício de 2026. A GT Brasil prepara a empresa para isso e assegura o que ela divulga.
Como atuamos
Materialidade e governança
Identificamos os temas de sustentabilidade que afetam de fato o fluxo de caixa, o acesso a capital e o custo da dívida, com o crivo da materialidade financeira que as normas IFRS S exigem — critério diferente do usado nos relatórios voluntários da década passada. Estruturamos a governança do tema: quem responde, com que informação e em que periodicidade.
Riscos e oportunidades climáticas
Conduzimos a análise de riscos físicos e de transição por cenário, conforme a IFRS S2, com efeito estimado sobre ativos, operação e cadeia de fornecimento, e a descrição da resiliência da estratégia.
Mensuração
Elaboramos o inventário de gases de efeito estufa nos escopos 1, 2 e 3, com metodologia rastreável, fatores de emissão documentados e controles sobre a coleta do dado — porque o número será asseverado.
Asseguração
Executamos trabalhos de asseguração limitada ou razoável sobre as informações divulgadas, com relatório independente. Quando prestamos a asseguração, não elaboramos o relato: a independência vale aqui como vale na auditoria.
O que entregamos
- Diagnóstico de prontidão para IFRS S1 e S2, com plano de adequação por prazo.
- Matriz de materialidade financeira com os temas priorizados e as métricas associadas.
- Análise de cenários climáticos e descrição de resiliência da estratégia.
- Inventário de emissões nos escopos 1, 2 e 3, com memória de cálculo.
- Controles internos sobre a informação de sustentabilidade, no mesmo rigor da informação financeira.
- Relatório de asseguração independente sobre as informações divulgadas.
Para quem
- Companhias abertas sujeitas ao cronograma de relato da CVM.
- Empresas que integram cadeias de fornecimento com exigência de dado de emissões.
- Organizações que captam com investidores ou bancos que condicionam custo a indicadores.
- Grupos que já publicam relatório voluntário e precisam migrar para o padrão normativo.



